lunes, 22 de junio de 2009

Proyecto Iberoamericano de Divulgación Científica


Proyecto Iberoamericano de Divulgación Científica

José A. López Cerezo/OEI-AECID/DICYT

Es difícil exagerar la importancia de la ciencia en el mundo actual. La sociedad del conocimiento, la edad de la información, la economía de la innovación, son frases de moda que podemos encontrar en documentos políticos, literatura especializada y los medios de comunicación más diversos.

No son términos vacíos: hacen referencia a las nuevas realidades y potencialidades del mundo contemporáneo, donde la ciencia y la tecnología se han convertido en fundamento de la productividad, de las políticas públicas e incluso han cobrado un papel protagonista en la experiencia personal. Se trata no obstante de un mundo que tiene un lado más sombrío, el lado de los riesgos y de las amenazas.

Crisis y amenazas como las de las vacas locas, petroleros a la deriva, centrales nucleares mal conservadas o el cambio climático también ponen periódicamente de manifiesto el lugar central que, para bien o para mal, ocupa hoy conocimiento científico y el desarrollo tecnológico en nuestra sociedad.

El extraordinario poder preventivo que ofrece la ciencia, y las crecientes posibilidades de manipulación que hace posible la acción tecnológica, ha transformado los peligros del pasado en los riesgos actuales, sustituyendo las desgracias inevitables de entonces por daños reales o potenciales que producen indignación y son objeto de atribución de responsabilidad.

Pero no sólo ante posibles daños catastróficos se manifiesta el valor del conocimiento en la conducción de nuestras vidas. Al tomar una aspirina, conducir un coche, encender un ordenador, decidirnos por la ternera en el supermercado, o pedir un refresco light, hacemos uso cada día de enormes volúmenes de información técnica sobre las propiedades de ciertas sustancias, sobre sus riesgos y beneficios, sobre el funcionamiento de sistemas técnicos y otros muchos elementos del entramado científico-tecnológico en el que hoy se desenvuelven necesariamente nuestras vidas. Sobre esa información, en ocasiones contradictoria y con frecuencia incierta, tomamos las decisiones que paulatinamente van construyendo nuestro futuro. Son facetas de lo que hoy se conoce como “sociedad del riesgo”: el lado oscuro de la también conocida como “sociedad del conocimiento”. El mismo conocimiento que hace posible vivir un futuro abierto de posibilidades tecnológicas es el que genera un mundo nuevo de amenazas, aunque se trata de amenazas, irónicamente, con frecuencia identificadas por esa misma ciencia y a las que sólo ésta puede hacerles frente con ciertas expectativas de éxito.

Es este estado de cosas, la presencia y extensión de esas sociedades del riesgo y el conocimiento, el que hace hoy de la ciencia un elemento clave para el ejercicio de la ciudadanía. Muchos de los asuntos públicos más candentes, y un gran número de acciones y decisiones de la vida cotidiana, están relacionados directamente con los usos del conocimiento científico o con impactos del desarrollo tecnológico.

La telefonía móvil, Internet, la aviación comercial o las agendas electrónicas son aspectos llamativos de la presencia de la ciencia en nuestras vidas; pero también la televisión, la planificación de dietas, la visita al médico, el desplazamiento en metro, el consumo de agua clorada o simplemente el uso de tejidos sintéticos al vestirnos, tan familiares ya como el decorado de nuestras casas. No son fenómenos social o individualmente inevitables; son simplemente expresiones del camino que la ciencia y la tecnología están siguiendo de hecho. El riesgo no es el precio del progreso, es el peaje que pagamos por las opciones que elegimos para el desarrollo. Si no nos gusta todo lo que vemos, cambiémoslo pero no demos la espalda al presente. Vivir de espaldas a la ciencia es renunciar al juicio propio en los asuntos públicos e incluso al protagonismo de nuestras propias vidas, es vivir en los márgenes de la democracia y optar por el sonambulismo.

18 de junio de 2009

Reproduzido por Jacob (J.) Lumier

Fonte: Web da OEI

Conceito de cultura científica e sua influência na forma de divulgação científica


Há um conceito bastante difundido de que cabe à divulgação científica preencher uma lacuna de informação que o leigo não tem em relação à ciência, isto é, que o leigo é, portanto, analfabeto cientificamente. Por isso os norte-americanos chamam essa atividade de scientific literacy, que é alfabetização científica, isto é, tornar, portanto, o leigo informado das questões da ciência.

A partir de surveys e enquetes sobre essa questão, notaram que também nos Estados Unidos o percentual da população que tinha informação sobre muitas questões, eventos ou fatos científicos era relativamente pequeno. Esse déficit de informação - teoria do déficit - orientou durante muito tempo as atividades de divulgação. O que cabia à divulgação científica? Cabia suprir o déficit de informação da população leiga em relação à ciência. Portanto, considerava-se como pressuposto que a população leiga era ignorante do ponto de vista científico e era preciso então levar a ela o conhecimento.

Com o decorrer das atividades em vários países, na Inglaterra, na França, na Europa de modo geral, e com o reflexo disso em países como o Brasil, essa teoria do déficit foi sendo substituída por uma visão mais democrática do papel da divulgação científica. Nessa visão, não cabe à divulgação científica apenas levar a informação, mas também atuar de modo a produzir as condições de formação crítica do cidadão em relação à ciência. Não só cabe à divulgação a aquisição de conhecimento e informação, mas a produção de uma reflexão relativa ao papel da ciência, sua função na sociedade, as tomadas de decisão correlatas, fomentos, aos apoios da ciência, seu próprio destino, suas prioridades e assim por diante. Isso vai além da atitude inicial, na qual o cientista era o sábio, o cidadão era o ignorante e o jornalista científico ou divulgador da ciência era o construtor da ponte entre essas figuras, de maneira a suprir o tal déficit de informação. Essa visão foi sendo enriquecida.

E, na Inglaterra, desenvolveu-se o que se chama public understanding of science, que é diferente do scientific literacy, do ponto de vista americano e, em seguida, um conceito que é ligado ao primeiro, mas um pouco diferente, que é o public awareness of science. Um é o entendimento público de ciência, e o outro é a consciência pública da ciência.

Nesses casos, o que está sendo enfatizado não é só a aquisição da informação, a possibilidade de acesso à informação, mas a formação do cidadão no sentido em que ele possa ter opiniões e uma visão crítica de todo o processo envolvido na produção do conhecimento científico com sua circulação e assim por diante. Esse é um conceito relacionado à cultura científica que modifica os modos de se fazer e pensar a própria divulgação.


Leia o texto completo em revista ComCiência

domingo, 21 de junio de 2009

A MONOGRAFIA COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO E TRABALHO CIENTÍFICO




Comentário
Sobre a especificidade da arte de compor uma monografia, como forma racional de comunicação da pesquisa em disciplina científica, utilizada nas instituições do ensino superior.
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Pontos de embasamento para o Grupo Oficina da Monografia


por
Jacob (J.) Lumier

Autor de ensaios sociológicos
Rio de Janeiro, início de 2007.

ABSTRACT:
A monografia é trabalho científico na medida em que compreende descoberta e verificação/justificação, mas é igualmente forma racional de comunicação comportando, por isso, por esse enlace de experimentação e comunicação, uma diferença específica apreendida como arte de compor a que se ligam profundas implicações decorrentes da condição de publicidade do trabalho científico que devem ser levadas em conta sempre que se trata da difusão do conhecimento.


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Primeiro Ponto
O estudioso que tenha lido os ensaios de Ralf Dahrendorf nos anos 70/80 (“Ensaios de Teoria da Sociedade”, Zahar, Rio) terá com certeza, notado as profundas implicações da condição de publicidade do trabalho científico sobre o conhecimento. Terá visto que grande parte dos mal-entendidos a respeito de certas obras ou teorias científicas tem muito a ver com o fato de sua exposição a todos os tipos de públicos, muitas vezes composto não só de leigos, mas de gente alheia à formação nas ciências humanas.
Se a condição de publicidade é inerente ou não ao modo de produção científico ou se esta questão deve ou não ser restringida aos estudiosos é um tema que extrapola o domínio do pensamento científico para lançar-se no âmbito da comunicação social, já que a obra impressa e, depois do advento da Internet, o livro eletrônico (“e-book”) é um produto cultural do qual
a atividade científica não saberia distanciar-se.

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Segundo Ponto
O trabalho científico se realiza como documento escrito e comunicado: tal é a verdade que não pode ser disfarçada. Ao ser comunicado, toma impreterivelmente na Monografia uma forma racional de composição que lhe é própria, enlaçando experimentação e comunicação, sobre a qual se confeccionaram historicamente as Revistas de Artigos e os Livros por esse enlace reconhecidos como publicações científicas. Há, portanto, dois momentos no desempenho da prática científica: o trabalho científico propriamente dito, de que se ocupa a Epistemologia; e a comunicação da pesquisa, que a Metodologia, como disciplina filosófica geral, busca incorporar de modo aplicado como Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Cultiva-se em modo recorrente a expectativa de que é pelo estudo dessa metodologia aplicada que a formação do pesquisador-autor-iniciante pode chegar a bom termo e efetuar a passagem do nível epistemológico para o nível da
comunicação.

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Terceiro Ponto
Todavia, com a honrosa exceção de Ralf Dahrendorf, como mencionado, é raro encontrar quem atribua relevância específica ao nível da comunicação no desempenho da prática científica, sendo admitido que a composição da Monografia resultará quase de modo automático mediante a observância de certas técnicas de preparação do relato da pesquisa, cujo material produzido com o auxílio dessas técnicas deverá ser processado na elaboração do pesquisador, como autor de tal composição, largado este, porém, ao seu suposto desejado talento individual para fazê-lo, haja vista o branco a respeito de elaboração e composição que predomina na disciplina de Metodologia da Pesquisa.

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Quarto Ponto
Ora, como é sabido, nos países de não muita tradição literária é grande o número de candidatos na pós-graduação que não apresentam a Monografia, já bastante reduzida quanto à sua extensão exigida, tendo eles cursado não só as disciplinas conexas à sua disciplina principal, mas a Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Não que seja equivocada aquela percepção de que o nível da comunicação é desprovido de especificidade do ponto de vista da realização do trabalho científico, mas, sim, que o nível da comunicação escapa aos critérios estritamente circunscritos a esse ponto de vista. Aliás, a Metodologia da Pesquisa por si só, como disciplina científica orientada para o problema da preparação da monografia, não tem a "obrigação" de ensinar sobre o nível da comunicação social, nem porque compreender a pessoa encarregada de preparar a monografia como um autor, como um pesquisador-autor iniciante neste ofício.

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Quinto Ponto
Há, pois uma lacuna na oferta dos subsídios e das ferramentas necessárias ao bom desempenho do pesquisador ao ser colocado na contingência de elaborar como autor a sua monografia. E não se trata só de subsídios a serem ofertados por uma disciplina científica num ambiente de sala de aula, mas, sobretudo trata-se de procedimentos composicionais a serem ofertados ou exercidos no ambiente aplicado de uma oficina, como instância de praticidade da produção cultural, haja vista que o nível da comunicação é conexo à atividade artística, sendo este o caso da composição literária da Monografia como forma racional enlaçando experimentação e comunicação.


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OUSADIA NA CONCEPÇÃO DA MONOGRAFIA


SOBRE A OUSADIA NA CONCEPÇÃO DA MONOGRAFIA

Fragmento extraído do blog “Obras de Jacob (J.) Lumier” in

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/


Alguns pragmatistas sustentam que o pesquisador iniciante deve ser advertido quanto à idealização da monografia como obra intelectual. Frequentemente dizem que é preciso acautelar-se para não projetar a imagem de grande obra nem o sonho da obra perfeita evitando tomar a monografia como a realização desejada para acertar suas contas diante dos males da vida presente. Com esta orientação exagerada, pretendem aqueles reprimir a ousadia na concepção original da monografia e conter o pesquisador iniciante em sua aspiração para investigar os grandes problemas.

Ora, não há dúvida que uma dose de pragmatismo deve ser observada em qualquer atividade produtiva para imprimir-lhe a qualidade da utilidade. Nada obstante, na criação intelectual revela-se indispensável uma boa dose de ideal, sobretudo em uma realização do talento individual como o é a autoria de uma monografia. Ousadia não é sinônimo de sonho perfeccionista ainda que, como se sabe, a perfeição seja liminarmente almejada em toda a arte composicional. Muitas vezes, é verdade, pode ocorrer que o pesquisador iniciante como indivíduo humano vivendo realidades com múltiplas facetas se deixe levar pelas carências existenciais e se envolva emocionalmente na imagem da grande obra para reafirmar sua auto-estima. Mas a reação a esse psicologismo não deve levar ao desprezo do ideal de autor nem de bela obra. Pelo contrário. Estamos na companhia de filósofos influentes quando afirmamos que o ideal da filosofia da arte é imprescindível à concepção original da monografia como aspiração para investigar os grandes problemas.

Deste ponto de vista e para os fins de reflexão, igualmente ao artista, o autor de obra intelectual literária, incluindo o ensaio monográfico, pode ser equiparado ao fator de mediação pelo qual a matéria trazendo a forma em-si vem a ser objeto de realização. Quer dizer, no fundo a identidade do autor como tal é a criação. Tal a referência que não deve ser sublimada na transmissão do conhecimento, haja vista a monografia não só como trabalho científico em geral, mas como produção intelectual em que se compõe experimentação e comunicação social, deste modo superando em sua ambigüidade a mera reprodução do “já ditostandardizado no mundo das indústrias culturais.

Certo, sabemos que certas correntes filosóficas do final do século sustentaram além da inutilidade o caráter inócuo do conhecimento produzido: “nada haveria para ser dito”. A produção do conhecimento aconteceria no vazio de significação e nada acrescentaria à experiência humana propriamente dita. Em realidade, pela revalorização desta corrente encontramos novamente o posicionamento pragmatista reforçado, repelindo todo o ideal de autor em relação à concepção original da monografia em sua aspiração para investigar os grandes problemas. Tal o posicionamento que reflete o mundo da indústria cultural. Por contra, não é difícil notar através da forma monográfica de expressão associada ao ensaio de crítica da cultura que se torna possível expor a análise e a compreensão do fenômeno da indústria cultural. Tanto é assim que um notável pensador do século vinte como Theodor W. Adorno promoveu a seguinte orientação: "Escribe ensayísticamente el que compone experimentando, el que vuelve y revuelve, interroga, palpa, examina, atraviesa su objeto con la reflexión, el que parte hacia él desde diversas vertientes y reúne en su mirada espiritual todo lo que ve y da palabra todo lo que el objeto permite ver bajo las condiciones aceptadas y puestas al escribir." (...) "El ensayo es la forma de la categoría crítica de nuestro espíritu. Pues el que critica tiene necesariamente que experimentar, tiene que establecer condiciones bajo las cuales se hace de nuevo visible un objeto en forma diversa que en un autor dado; y, ante todo, hay que poner a prueba, ensayar la ilusoriedad y caducidad del objeto; éste es precisamente el sentido de la ligera variación a que el critico somete el objeto criticado" (Cf. Max Bense: "Uber den Essay und seine Prosa", apud Theodor W. Adorno: "Notas de Literatura", trad. Manuel Sacristán, Barcelona, Ed. Ariel, 1962, pp. 28 e 30 ). Em duas palavras, o autor de ensaios dedica-se a cultivar, sobretudo uma atitude experimental. Portanto, a orientação pragmatista extrapola ao situar o problema da concepção original da monografia desde o ponto de vista da indústria cultural deixando na sombra o papel da criação reservado à acentuação do ideal de autor e sua aspiração para a bela obra.

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DESTAQUE DAS PRINCIPAIS DICAS NA

CONCEPÇÃO E PREPARAÇÃO DA MONOGRAFIA:

► Na concepção original da monografia é aconselhável não reprimir a ambição da grande obra e cultivar a aspiração para investigar as grandes questões. É recomendável formular propósitos de elaboração abrangentes e de amplo espectro visando redefinir as concepções referenciais da disciplina ou da interdisciplinaridade aplicada.

►Vantagens de uma concepção original ousada:

· Favorece uma atitude de abertura e compreensão para (a) – ler as teorias e autores mais produtivos ou mais debatidos na bibliografia selecionada; (b) – tirar proveito dessas leituras em termos de observações e comentários formuladores de linhas de pesquisa.

· Favorece a formulação de um esquema bem simples dos principais eixos da matéria, dos quais serão tirados e nos quais serão integradas as linhas de pesquisa.

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©2007 Jacob (J.) Lumier

sábado, 20 de junio de 2009

SOCIOLOGIA - GUIA PARA A PESQUISA - III


L

Lefébvre (Henri :1901 - 1991), Leibniz, Levy-Bruhl (Lucien : 1857 – 1939), Levy-Strauss, liberdade humana (seus graus, como força independente, como brecha, _ interveniente, como escolha, como invenção, como decisão, como criação, _ e determinismos) , Lourau, Lowy, Lukács (Georges : 1885 - 1971);



M


Macrocosmo (de agrupamentos), Mannheim (Karl : 1893 - 1947), March, Marcílio de Pádua, Marcuse (Herbert: 1898 - 1979), Marx, Mauss (Marcel : 1872 - 1950), Mclennan, mentalidade coletiva (serve de base aos conhecimentos), Merleau-Ponty (Maurice : 1908-1961), microfísica (faz aparecer os limites à capacidade de controle), microssociologia (e o estudo das manifestações da sociabilidade), mito (do Maná, _ e ação, _ e mitologia, _ e intenções, etc.), modernização, Montesquieu, Moreno (J.L. : 1889-1974), morfologia social (e significações humanas), múltiplas realidades, multiplicidade dos tempos, mumificação (dos conceitos, é obstáculo), Mundo humano (e universos simbólicos, e sociedade, como imaginário, e experiência dialética real, e o mito do Maná);

N

Newton (Sir Isaac Newton: 1643 —1727), níveis (de realidade, do conhecimento, da vida das sociedades, de legitimação, da consciência, das variações do saber, da dialética), níveis múltiplos, nossa época;

O

Objetivação, obras de civilização, oposição do arcaico e do histórico (relatividade dessa oposição sociológica), oposição parcial em um Nós (graus são as relações com outrem por afastamento, aproximação ou mistas); Outrem (o_ , os _ , relações com _ , e os Nós, os _ ativos, os _ passivos, _ na mentalidade das sociedades arcaicas, os _ interindividuais, os _ intergrupais, os _ e os tempos sociais, os _ e a dialética);

P

Pacey, Arnold (1937), papéis sociais (seus personagens mudam conforme o círculo social), papel essencial (que a objetivação dos agrupamentos particulares desempenha; e as tendências sociológicas probabilitárias gerais dos grupos), Pareto, Parsons, Pascal, patamares (e a sociologia em profundidade), percepção (do mundo exterior, dos temas coletivos reais, teoria social da _, coletiva, da mudança, da verdade, da multiplicidade, capacidades de _ , áutica, egocêntrica, diferencial, e tomada de consciência, obstáculo à _ , graus de _ , e simbolização, do elemento natural, esquemas de _ , e prometeismo), perspectivação sociológica do conhecimento (evidência da _, como questão de fatos, não faz do conhecimento um epifenômeno, e experiência moral, e mundo dos valores, e caráter coletivo, como expressão racional), pessoa humana (não é idêntica, e relações interpessoais ou interindividuais, e agrupamentos, e vida pessoal, e os diferentes Eu), Piaget (Jean :1896 - 1980), Pitágoras, Platão, Plotino, pluridimensionalidade da realidade social, Popper (Karl :1902 - 1994), posição (e movimento), práxis (e técnica), preconceitos filosóficos inconscientes, probabilidade, procedimentos dialéticos (complementaridade, ambivalência, reciprocidade, etc.), produção das formas de conhecer, produtores, Proudhon, psicologismo, psiquismo (individual, interpessoal ou intergrupal, coletivo, e espontaneidade), público(s) (como agrupamentos a distância),

Q

Quadros sociais (do conhecimento);

R

Realidade social, realismo (sociológico; filosófico; literário; representacional), reciprocidade de perspectiva, redução (dos agrupamentos a camadas de fortuna ou salário é um erro), reflexão coletiva, regulamentações ou controles sociais, reificação, relações com outrem (grupos, classes, sociedades), Ricoeur, Rousseau;

S

Saber adequado (mero reflexo, por diferença das perspectivas utópicas, ideológicas, mitológicas do conhecimento), Saber histórico (ou historiografia, e sociologia, e tempos sociais, e pensamento ideológico), Saint-Simon, Santo Tomás, Sartre (Jean Paul : 1905 – 1980), Scheler, Schleiermacher, Schutz (Alfred :1889 – 1959), Scott (Walter), Sebag (Lucien: 1934-65), Século XX, segredos técnicos, ser social (capacidade em espiritualismo e em materialismo é igual no ser social), símbolos sociais, Simmel, sistema cognitivo (forma parte da engrenagem de um quadro social), sistema(s) cognitivo(s) (e classes e formas de conhecimento, e saber hierarquizado, e tipos de sociedades, e variações do saber, e estruturas sociais, e o concreto), sociabilidade (manifestações de; formas de; _ ativa; _ passiva; _ organizada; _ espontânea), sociedades feudais, sociedades globais (_ e seus tipos de estruturas, _ e sistemas cognitivos, _como quadros sociais, _e historicidade ou prometeismo, _ e agrupamentos funcionais, _e classes sociais, _e capitalismo, _e teocracia, _e cité, _e feudalismo, _e hierarquias múltiplas, dependência das _ , _e as escalas do social, _e os tempos sociais, _e as formas de sociabilidade, _ e os determinismos sociais, _e as atitudes coletivas, dependência das _), sociedades industriais, sociedades modernas, sociedades teocrático-carismáticas, sociologia da filosofia (é tornada difícil pelo hiperempirismo), sociologia do saber histórico, sociologia da literatura (é intermediária da sociologia do conhecimento), sociologia da sociologia, sociologia diferencial (voltada para o estudo das variações nos quadros sociais), sociologia sistemática (limitada ao estudo das regularidades tendenciais), Sócrates, Spinoza, Stark, Stendhal, sujeito cognoscente (sofre alteração em virtude do conhecimento);

T

Tarde (Gabriel), tecnologia, temas coletivos reais, tempos sociais (persistem na sucessão e se sucedem na duração, oito gêneros de _ , gerados na dinâmica de reestruturação, _ e experiência dialética, multiplicidade dos _ , _e variabilidade, _ e princípios de equilíbrio, hierarquia de _ , como problema da sociologia do conhecimento, _ e a teoria da liberdade, _ e os níveis de realidade, _ e relações com outrem, definição descritiva dos _ , consciência dos _ , _ e simbolização, _ e lógica, etc.), tendências cognitivas (verificam-se nos grupos e nas manifestações da sociabilidade), tendências sociológicas probabilitárias, teoria de estrutura social, teoria de sociedades históricas, teoria determinista ou determinística (compromisso com a compreensão-explicação), teoria dinâmica, teoria do fetichismo da mercadoria, teoria microfísica, teoria social da percepção, teoria sociológica, teorias de consciência aberta, tipos de agrupamentos, tipos de estruturas, tipos de sociedades, tipos microssociológicos (_e ligações sociais, _e os graus de fusão nos Nós, _e a Massa, _ e a Comunidade, _e a Comunhão, _e o concreto, _e variedade de fatos), tomada de consciência, Tomás de Aquino, Tonnies, totalidade dinâmica específica, três escalas (a dos Nós, a dos grupos e classes, a das sociedades globais), tridimensional.

U

Utilitarismo (valores do _, projeção pelo _, _e filosofia pública, _ liberal, favorece a teoria de comunicação social), unidade relativa do Nós (dá acesso a um mundo de significados inacessível de outra maneira), unidades coletivas observáveis diretamente, unidades coletivas reais, unificação dos determinismos ou modos de operar (é esforço coletivo);

V

Variabilidade (o conteúdo do saber varia em função dos quadros sociais, _ é irredutível), variações (do saber), visão de mundo, visão de conjunto (campo de _), Voltaire (François-Marie Arouet: 1694 –1778);

W

Weber, Max (Maximilian Carl Emil Weber: 1864 –1920); Wright Mills, C. (Charles Wright Mills: 1916 - 1962).

SOCIOLOGIA - GUIA PARA A PESQUISA - II




E

Einstein (Albert : 1879 - 1955), elementos anestruturais, Engels, epifenômeno (e conhecimento), epistemologia (colabora com a sociologia do conhecimento por meio dos conceitos de totalidade, multiplicidade,etc), escala macrossociológica, escala microssociológica, escritores, esforço coletivo, espaços de configuração (e estudos da probabilidade), espécie, espécies microssociológicas ou espécies de sociabilidade (são duas=por fusão ou por oposição), estados mentais (e mentalidade coletiva), estratificação, estratos, estrutura social (e mudança em permanência), estrutura parcial ou global, estrutura social do conjunto, estruturação, estruturas sociais (no centro da sociologia do conhecimento), estudo dos grupos particulares, Eu genérico, existência (em geral; em particular; doutrina do homem como _ ), existencialismo, experiência (é sempre essencialmente humana), experimentação (é humana e não apenas lógica), extensão concreta (e tempos múltiplos);

F

Falso saber (e a sociologia do conhecimento), fenômeno do fetichismo da mercadoria, fenômeno do todo social, fenômeno social total, fenomenologia existencial, fenômenos sociais, fetichismo da mercadoria, Fichte, Flaubert, formação (da preeminência do todo; de equilíbrio no interior de uma estrutura), formas do conhecimento (se diferenciam segundo dicotomias), fossilização, fossilizações sociais, Freud, funções sociais (interpretação das...), fusão nos Nós (graus são a Massa, a Comunidade, a Comunhão);

G

Gabel (Joseph: 1912 - 2004), Galileu, Gestalt (e as atitudes coletivas), Giddens (Anthony (1938 - ), Goethe, Goldmann (Lucien : 1913 - 1970), Gonseth, Gramsci, Granger, Gregório VII, grupo e estrutura (há semelhança), grupo não-estruturado, grupos reais, grupos sociais mais humanos, Gurvitch (Georges : 1894 - 1965);

H

Habermas, Halbwachs, Hegel, Heidegger (Martin : 1889 - 1976), Heisenberg (Werner : 1901-1976), hierarquia (das formas da sociabilidade; dos agrupamentos ; das classes), hierarquias múltiplas (e a pluridimensionalidade da realidade social), hiperempirismo dialético (umbral metodológico comum à filosofia e à ciência), Hobbes, Homo faber (e a teoria da liberdade), Husserl (Edmund: 1859-1938);

I

Ideologia, ideologia burguesa, ilusões introspectivas (nada têm a ver com a atitude do sociólogo do conhecimento), imanência recíproca (e reciprocidade de perspectiva), incremento psicológico (e cultura científica, etc.), o individual (predomina no conhecimento filosófico), intelectuais, intencionalidade funcional, interior das estruturas, intuição (pura, da vontade, e iluminação carismática, etc.);

J

Juízos cognitivos (sua validade relativa), juízos coletivos (reconhecem a veracidade de experiências e intuições coletivas), Juízos de valor (e contradições);

K

Kant, kierkegaard, kojévè, kolakowski;

SOCIOLOGIA - GUIA PARA A PESQUISA - I



Realização: Grupo Oficina da Monografia


Rio de Janeiro, Outubro 2007

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SOCIOLOGIA - GUIA PARA A PESQUISA


Aprofunde os conhecimentos formando sua própria compreensão pelos textos.


Veja abaixo a relação de autores e termos de sociologia e pesquise os textos no buscador especial TECLANDO AQUI. Google Custom Search




AUTORES e ASSUNTOS SELECIONADOS

A

Agostinho, Aron (Raymond, 1905 - 1983), agrupamento estruturado, agrupamentos de afinidade fraternal, agrupamentos de atividade econômica, agrupamentos de atividade não-lucrativa, agrupamentos de grande envergadura, agrupamentos de idade, agrupamentos de localidade, agrupamentos de parentesco, agrupamentos funcionais (participam na dialética entre independência e dependência em face da sociedade global), agrupamentos místico-extáticos, agrupamentos particulares (e as sociedades globais), alienação , alienações (dialética das _), Althusser, ambigüidades (marcam a relação do símbolo ao conteúdo), âmbitos da totalização (dialética do microssocial, do parcial ou grupal, e do global), amplitudes concretas (percebidas, _ e tempos),
análise gurvitcheana, análise das comunidades, análise das comunhões, análise das massas, análise estrutural(é inseparável da análise dos agrupamentos particulares), análise sociológica das classes do conhecimento, apreensão afetiva (do ser social, é direta nas sociedades arcaicas), Aristóteles, atitude (individual, coletiva, como gestalt, como configuração), atividade social prática, atos (de juízo, de volição, cognitivos, não-cognitivos, individuais e coletivos, mentais, conscientes, afetivos, imediatos, _ e obras de civilização, projeção dos _, etc.), atos coletivos (dão acesso às idéias e valores), atos mentais (são observados na implicação mútua entre as experiências de participar no real e os juízos assim tornados cognitivos), autonomia (do significado diante do significante, do simbolizado diante do símbolo, dos conteúdos em relação às instituições legitimadas, princípio da _ );


B


Bachelard (Gaston: 1884-1962), Bacon, Balzac, Berger (Peter: 1929), Bergson (Henri :1859 - 1941), Birnbaum (Norman :1926), Bohr, Bourdieu, Braudel (Fernand :1902 – 1985), Brunschvicg (Léon 1869 – 1944);



C


Cassirer (Ernst: 1874 - 1945), Castells ( Manuel: 1942), causalidade (em geral, provável, a categoria da _, relações de _, psicológica, singular, _e determinismo), círculo hermenêutico (problema do _), classe social, classes de conhecimento (profundamente implicadas na realidade social e na engrenagem de suas estruturas), classes sociais, coeficiente da intenção humana valorativa, coeficiente existencial do conhecimento, coeficiente humano do conhecimento, coeficiente social do conhecimento (como fator numérico das variações do saber), coeficientes de discordância (entre as sondagens de opinião e as atitudes reais dos grupos), coeficientes ideológicos (na História e na Sociologia), coeficientes positivos, coeficientes pragmáticos do conhecimento, coeficientes práticos, coerência (da teoria de sociedades históricas; _ e conhecimento), Collingwood, competências tecnológicas, Comte, Condição humana (como objeto da sociologia, _ e método), conhecimento científico (busca a união do conceitual e do empírico), conhecimento de outro (diretamente apreendido nos atos mentais), conhecimento de senso comum (é muito particular e se identifica bastante à função de um quadro social bem delimitado), conhecimento filosófico (é reflexivo em segundo grau), conhecimento perceptivo do mundo exterior (dá conta das perspectivas recíprocas sem as quais não há funções sociais), conhecimento político (concilia partidarismo e realismo), conhecimento simbólico (corresponde à incerteza do conteúdo desejado), conhecimento técnico (parte constitutiva da praxis), conhecimentos coletivos (como conteúdos cognitivos), conjuntos (sociais, conceituais, reais, práticos, complexos, abertos, _ e gestalt, visão de_), consciência do tempo (e definição descritiva do tempo, etc.), consciência alienada, consciência coletiva, consciência de classe, consciência idêntica, consciência mistificada, consciência real, consumidores, conteúdos (reais, cognitivos, sociais, lógico-numéricos, comunicativos, simbolizados,como fatores culturais, _ da mente, _ e conhecimentos coletivos), correlação funcional, correlações funcionais (entre o saber e os quadros sociais), cristalização, critério cognitivo, critério da liberdade, critérios de outro e dos Nós (se estreitam ou se ampliam em função de cada quadro social), cultura, culturalismo abstrato (é preconceito filosófico, _ e o método da sociologia);


D


Dahrendorf (Ralf :1929 -), desalienação do saber (como utopia intelectualista do saber desencarnado), Descartes, desdogmatização, desenvolvimento do capitalismo, determinismo topológico (e procedimentos científicos), determinismos sociais (são estudados como os aspectos da dialética das três escalas que compreendem os modos de operar a integração), determinismos sociológicos (por distinção dos determinismos sociais a que dão formulação), Dewey (John :1859-1952), dialética relativista, dialética complexa ou sociológica (e as escalas microssocial, parcial, global; _ e os níveis de realidade social) Dilthey, dinâmica(s) (coletivas de avaliação, no pensamento probabilitário, dos elementos microssociais, teoria _, concepção _ ), distância (social, e os públicos, agrupamentos a_ ) Dostoyewiski, Duns Escoto, Durkheim (Émile :1858 - 1917) ;

Exemplo de Acervo em Blog


ACERVO DA BIBLIOTECA VIRTUAL

PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL E A DEMOCRACIA

Interessando às ONGs em suas

vinculações aos Direitos Sociais

Material Inserido no blog

Comunicação e Democracia

http://sociologia-jl.blogspot.com/

Relação dos títulos por estantes.

(1)- Estante de Política e Sociedade

(Voto e Democracia):

A Ficção nas Eleições (artigo, Jacob (J.) Lumier, fonte: e-book PDF, Portal MEC br, 2007)

Democracia e Soberania Social (artigo, Jacob (J.) Lumier, fonte Leituras do Século XX, 2006)

Liberdade de Escolha e Direitos Sociais (ensaio de Sociologia, Jacob (J.) Lumier, Novo, Setembro 2007).

Discurso da Quatro Liberdades -1941 (documento Histórico, fonte: RSC, 2007).

Maioria apóia o voto distrital, diz pesquisa (notícia de jornal; Marchi, Carlos; fonte:

Biblioteca Digital do Senado Federal, 27/03/2007)

(2)- Estante de História e Sociologia

A Possibilidade da Estrutura na Teoria Sociológica (Artigo, Jacob (J.) Lumier , fonte: eBook PDF, CTS+I /OEI, 2007)

Linhas para a Sociologia do Saber Histórico (tópicos, Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook do autor, CTS+I, OEI, 2007)

Guia para a Pesquisa em Sociologia (Indexador, criação de Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook do autor, Website Leituras do Século XX, 2007)

Sociologia do Conhecimento -1 (Artigo, Jacob (J.) Lumier , fonte: eBook PDFdo autor em CTS+I /OEI, 2007)

Microssociologia do Conhecimento 1 (Artigo, Jacob (J.) Lumier , fonte: eBook PDF do autor,publicado pelo Website Leituras do Século XX , 2007)

Sociologia do Conhecimento - Histórico 1 (Artigo, Jacob (J.) Lumier , fonte: eBook PDF do autor, CTS+I /OEI, 2007)

(3)- Estante de Comunicação Social

Futurismo e Utopia Negativa (ensaio, Jacob (J.) Lumier,

fonte: eBook, Publicadora, 2007)

Cibernética e Sociedade (artigo, Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook PDF, CTS+I /OEI, 2007)

A Reificação Desassombrada (artigo, Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook, publicadora, 2007)

Mito e Alienação: Batman, o Expressionismo, e o Gothic

Aspectos de Filosofia e Sociologia (artigo, Jacob (J.) Lumier, fonte: novo, eBook, 2007)

O Gothic, o Romantismo e a Filosofia da Arte:

Linhas para uma filosofia expressionista.

(ensaio, Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook do autor, 2007)

Introdução ao Estudo do Gótico Tardio na Leitura de Ernst Bloch

(ensaio, Jacob (J.) Lumier, fonte: eBook do autor, 2007)

A Biblioteca Virtual como Suporte


POSTAGEM 3:


Plano Do Nosso Blog

Prezados membros do grupo oficina da monografia, passo-lhes aqui uma idéia para a preparação do blog do nosso grupo oficina da monografia. Blog este concebido como um recurso para a formação nos direitos sociais e para a pesquisa sobre voluntariado, contendo um esboço de biblioteca virtual, com acondicionamento próprio do acervo e buscador específico. O plano é bem simples e consiste em dar aproveitamento às ferramentas disponibilizadas gratuitamente pelo google.

De fato, como sabemos (Ver postagens de Agosto/Setembro), para constituir-se como suporte junto às atividades formativas UMA BIBLIOTECA VIRTUAL PRECISA DE UM ACERVO EM SEU ESPAÇO/HOMEPAGE E DE UM BUSCADOR.

O acervo teremos que formar pesquisando, classificando e reproduzindo o material público para armazena-lo em nosso espaço no “Documentos e Planilhas ” Os arquivos subidos ficarão armazenados sob nossa conta nesse espaço/instrumento oferecido pelo Google Docs & Spreadsheets (Ver http://www.google.com/google-d-s/intl/en/tour1.html ) e daí serão publicados com o endereço/URL desse nosso espaço na Internet.

Uma vez criado o nosso Blog (prefiro host no Blogger pela operatividade rápida e elegância Ver http://www.blogger.com/tour_start.g ) bastará inserir/postar o título de cada documento classificado com link para o nosso endereço/URL no Documentos e Planilhas.

Desse modo estará constituído e disponibilizado o acervo virtual, bastando ao usuário teclar no título do documento desejado em nosso Blog para acessa-lo a partir de nosso espaço/endereço/URL

À medida que o acervo cresça, introduziremos o Buscador por nós então criado no Google Custom Search Engine (Ver http://www.google.com/coop/cse/ ), a exemplo do buscador que criei para a sociologia e as ciências sociais
(Ver http://www.google.com/coop/cse?cx=001025875507377962189%3Awi6s2juaf0m&hl=fr).

É isso. Toda a sugestão será bem vinda. Quem puder informe endereços/URLs de ONGs para eventual contato em vista de divulgar nosso Blog como um serviço útil e necessário.

Bibliotecas virtuais com Pequeno Alcance: serventia


POSTAGEM 2:

Sobre as bibliotecas virtuais e as ONGs – II

A exigência indispensável para configurar uma biblioteca digital/virtual é a implantação de uma máquina de busca específica na página de acervo do website da ONG para o que o Google Custom Search Engine oferece gratuitamente um serviço free bastante satisfatório.

1) – Acredita-se que a vida digital potencializará a comunicação humana e, por conseqüência, não acarretará o desaparecimento de antigos suportes comunicativos como a sociabilidade. Desse modo, o uso cada vez maior de tecnologias no dia-a-dia tem também ajudado a constituir novas bases para a difusão do conhecimento e da cultura. No Brasil, muitos acervos estão sendo disponibilizados por meio da rede internet, proporcionando maior visibilidade às coleções. MUITAS INSTITUIÇÕES JÁ DISPONIBILIZAM CATÁLOGOS ON-LINE COM ACERVOS ESPECÍFICOS CORRESPONDENDO A ÁREAS ESPECÍFICAS DAS PRÓPRIAS ORGANIZAÇÕES.

O advento dos meios tecnológicos, posteriormente à Internet, tem provocado o surgimento de novos tipos de leitores. Em apenas alguns cliques, uma criança ou um adulto acessa inúmeras páginas e conteúdos. Muitas iniciativas importantes têm sido desenvolvidas tanto no sentido de REUNIR quanto de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público, a exemplo do Programa Prossiga www.prossiga.cnpq.br , que disponibiliza bibliotecas virtuais temáticas.

2) – Seja como for, os documentos disponibilizados via Internet constituem uma grande biblioteca digital de conteúdo genérico. O mecanismo mais utilizado pelos usuários da Internet para encontrar documentos de seu interesse são MÁQUINAS DE BUSCA. Mas, em geral, as máquinas de busca não conseguem satisfazer as necessidades do usuário. Um dos motivos é a diversidade de temas e perfis de usuários. UMA TENDÊNCIA PARA DISPONIBILIZAR DADOS NA INTERNET SÃO BIBLIOTECAS DIGITAIS DE CONTEÚDO ESPECÍFICO, QUE POSSIBILITAM MAIOR PRECISÃO NAS PESQUISAS.

3) – COM BASE EM CONTEXTOS (ESPECÍFICOS) RELACIONADOS A ASSUNTOS (ESPECÍFICOS), É POSSÍVEL DESENVOLVER MECANISMOS ESPECIALIZADOS que facilitem ao usuário encontrar e visualizar informações de seu interesse. A recuperação de informação em uma biblioteca digital é feita por meio de um sistema de recuperação de informação (SRI) que busca informações contidas em documentos da biblioteca digital que possam ser úteis para o usuário.

4) – Neste sentido de implantar máquinas de busca específicas no acervo como característica de uma biblioteca digital/virtual lembro que a ferramenta de pesquisa que utilizamos para pôr em obra o Buscador para a sociologia e as ciências sociais (Ver mensagens aqui postadas em Julho/Agosto) atende perfeitamente ao instrumento fundamental indispensável à criação de um recurso como a biblioteca virtual, capaz de REUNIR e de DISPONIBILIZAR conteúdos digitais de acesso público das ONGs.

Leia as informações sobre o Google Custom Search Engine :

http://www.google.com/coop/cse/

***

Modelo de Biblioteca Virtual


SOBRE A CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS VIRTUAIS

Rio de Janeiro, Setembro 2007.
Fonte:
Grupo Oficina da Monografia


Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/
ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.


POSTAGEM 1:

As Ongs E A Formação Nos Direitos Sociais.

A sugestão de implantar bibliotecas virtuais em ONGs é valida porque cria um suporte mais funcional, completo, visível e acessível para os treinamentos e capacitações e outras atividades formativas e informativas, além é claro de lançar bases para cursos a distância e com isso abrir novas linhas de integração no campo da educação.
***


Pelo que parece tem muita gente boa nas ONGs pensando em aprofundar a formação nos Direitos Sociais, seja mediante a criação de bibliotecas em rede na Internet ou bibliotecas propriamente virtuais, seja pela arrecadação de livros para acervos locais como o faz o MST em http://www.mst.org.br/mst/especiais.php?ed=46

Já se admite que o termo biblioteca pode ser aplicado para as acervos de textos e documentos diversos que estão em vias de serem coletados ou arrecadados, à condição de que esses reduzidos acervos alcancem matérias específicas e tenham o objetivo de oferecer suporte às atividades formativas e informativas como a instrução básica, as capacitações, os treinamentos, subscrições, press releases, estudos, colóquios, congressos, conferências, e todas as atividades que demandam pesquisa ou consulta aos materiais produzidos ou não na própria ONG, podendo chegar com o crescimento inclusive aos cursos em linha e à educação a distância.

Em modo geral a sugestão para implantar bibliotecas virtuais é facilitada e não acrescenta despesas. Basta lembrar que as ONGs com domínio na Internet já dispõem de webmaster e já têm disperso em sua Homepage parte do material classificado a ser carregado para uma biblioteca virtual, como Clipping =Arquivos com matérias que citam a ONG e estão veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio ;
Informe Digital = Arquivo com os Informes Digitais enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores; Links = Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e da ONG considerada.

Podemos tirar da Página da ABAD RIO em http://www2.abed.org.br/biblioteca.asp
o modelo de que uma biblioteca virtual compreende uma classificação em cinco seções cada uma com um link próprio dentro do botão biblioteca na página do Website da ONG. O mesmo esquema sendo aplicado para o material virtual carregado em HTML dentro de cada seção. Parece não exigir muita sofisticação tecnológica além da criação de páginas WEB que os webmasters fazem.

Veja no seguinte o sumário das cinco seções de uma biblioteca virtual com base em textos (podendo ser ampliada para incluir outros tipos de suportes eletrônicos como vídeos, DVDs, etc):

Bibliografia
E-books e outros estudos ou publicações eletrônicas que abordem os Direitos Sociais e o voluntariado ou/e interessem à formação nesta área, podendo eventualmente incluir os livros ou volumes em suporte papel como Atas de Congressos, Anuários, Revistas Temáticas, Universitárias ou Científicas.

Clipping
Arquivos referentes à própria ONG com matérias veiculadas em jornais, revistas, sites, emissoras de TV e rádio.

Informe Digital

Arquivo com os Informes Digitais (ou Boletins, Online Newsletters, etc) enviados periodicamente pela ONG aos seus subscritores.

Links
Seleção de Websites relacionados com o universo do Voluntariado e os Direitos Sociais.

Textos
Arquivo de textos eletrônicos diversos de inúmeros autores sobre variados temas de direitos sociais e voluntariado como mensagens, comentários, artigos, relatórios, pareceres, demonstrativos, etc.


Jacob (J.) Lumier

***

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